3 dicas simples antes de comprar um notebook

Não é preciso analisar minuciosamente a ficha técnica de uma máquina para fazer uma boa escolha. Basta seguir estas nossas regrinhas.



De tempos em tempos familiares, amigos e conhecidos me pedem conselhos antes de comprar um novo computador. “Qual devo comprar?”, perguntam eles. “Do que preciso?”. E, com frequência cada vez maior, “Devo comprar um notebook ou um tablet?”.

Estas são perguntas importantes, com certeza, mas não são muito difíceis de responder. Um tablet pode substituir um notebook se tudo o que você quer fazer é navegar na web, ler seus e-mails e participar de redes sociais. Mas se você precisa “trabalhar”, seja na escola, na empresa ou no dia-a-dia, um notebook ainda é a melhor escolha, já que te dará um teclado, uma tela maior, muito espaço para seus arquivos e compatibilidade com todos os seus programas favoritos.

Mas que tipo de notebook você deve escolher, e em quais detalhes e recursos prestar atenção? Não é preciso analisar minuciosamente configurações e termos técnicos para fazer uma boa escolha, basta seguir estas três regras simples.

1. Escolha um modelo com pelo menos 4 GB de RAM

Isso significa “quatro gigabytes de memória”, para fugir um pouquinho do jargão. Menos que isso e sua máquina logo vai estar lenta que nem uma carroça. Esta é uma dica que você deve ter em mente sempre que surge uma promoção “imperdível”. Muitos dos modelos mais baratos tem apenas 2 GB de RAM, o que não é suficiente. E esta regra também se aplica aos desktops.

2. Se puder arcar com o custo, opte por um SSD

Uma unidade de estado sólido (SSD, do inglês Solid State Drive) é um novo tipo de dispositivo de armazenamento que vem para substituir os tradicionais HDs. Usa chips para armazenar os dados, em vez de pratos magnéticos presos a motores, e portanto gera menos calor, consome menos energia e acessa os dados com muito mais agilidade. Como resultado a máquina fica muito mais “esperta” na hora de ligar, copiar arquivos e abrir aplicativos.

Você vai pagar mais por um notebook com um SSD, e eles tem menor capacidade do que um HD de preço equivalente. Mas de quanto espaço você realmente precisa? A maioria dos usuários domésticos que conheço raramente ultrapassa a marca dos 100 GB, portanto um notebook com um SSD de 128 GB seria o suficiente. Embora isso possa parecer um retrocesso comparado aos HDs de 750 GB ou 1 TB (1024 GB) disponíveis no mercado, o ganho no desempenho com certeza compensa o gasto extra.

3. Experimente antes de comprar

Não dá para negar que as lojas online são incrivelmente convenientes, mas ainda vale a pena ir até uma loja “de verdade” e dar uma olhada nos notebooks disponíveis. Assim você pode conferir pessoalmente a qualidade do teclado e do touchpad, bem como da tela: ela é brilhante o suficiente? Mostra tantos reflexos a ponto de parecer um espelho? A imagem distorce se você mudar o ângulo da tela? Essas são coisas que não dá pra analisar online.

Uma “regra” extra

Note que não mencionei nada sobre processadores em nenhuma das dicas acima. É que a maioria dos processadores é rápida o suficiente para as tarefas do dia-a-dia, a não ser que você esteja planejando fazer edição de video ou jogar. Pra navegar na web não há muita diferença entre um Core i3 ou Core i7, por exemplo, e a primeira opção é mais barata.

Digo a mesma coisa quanto a marcas: todas as grandes marcas são boas o suficiente. Ainda assim, vale a pena fazer a “lição de casa”: jogue a marca e modelo da máquina no Google e veja o que outros usuários estão falando sobre ela, para evitar surpresas.

Dicas ao Consumidor - Procon

Nota Fiscal

    Exija sempre a nota fiscal e guarde-a. Ela é a prova do lugar e da data em que você comprou o produto. Se tiver algum defeito, é o único jeito de provar que o produto foi comprado naquele estabelecimento comercial.

Produto com defeito

    O consumidor tem direito de escolher se quer trocar, receber o dinheiro de volta ou pedir um abatimento caso compre algum produto com defeito.

Acidente de consumo

    Sempre use o produto comprado ou serviço adquirido de acordo com a finalidade dele, porque caso venha acontecer algum acidente de consumo, quem fabricou, vendeu ou prestou o serviço será responsabilizado.

Compra de alimentos

    Nunca compre um alimento com a data de validade vencida, quase para vencer ou com embalagem aberta, furada, amassada ou enferrujada.

Compra de inseticidas

    Evite usar inseticidas que não tem quase nenhum cheiro, porque, geralmente, pela falta do odor, as pessoas tendem a usar em maior quantidade, e estes produtos são tão venenosos quanto os que têm cheiro forte.

Consumidor intoxicado

    Se houver alguém passando mal, intoxicado por causa de medicamento, inseticida, desinfetante ou qualquer outro produto de limpeza, não pode ser dado leite, nem água. Nunca provoque vômito! Na embalagem do produto têm que está escrito o telefone de emergência que você pode ligar para saber quais os primeiros socorros. O consumidor pode ligar para o número de urgência 192 ou levar o intoxicado para um hospital.

Publicidade enganosa

    Exija que o produto que você for comprar seja exatamente igual a o anunciado na publicidade, caso não seja, não compre!

Compras a distância

    Quando for comprar pela internet, telefone ou correio veja se o fornecedor é conhecido. É bom observar também a variedade das formas de pagamento, quanto mais, melhor! É uma forma de garantir um retorno, caso haja algum problema.

Atenção consumidor!

    Toda vez que você pensar nos verbos COMPRAR ou USAR, deve se fazer duas perguntas: 1 – Será que eu preciso mesmo disso? 2 – Onde vou pôr o que sobrar do que já usei? Isto é chamado de consumo responsável, ou seja, só consumir até os limites das nossas necessidades básicas.

Cobrança de contas antigas

    Nos casos em que o consumidor recebe cobrança relativa a contas antigas de água, gás ou telefonia e essas contas foram extraviadas ou destruídas, deverá verificar se nas mais recentes constam aviso de que existe o débito em questão. Nada constando, o fornecedor pode ser questionado por essa omissão.

Cobrança de serviço não disponível

    Na prestação de serviços essenciais (água, luz, gás, telefonia) existe a cobrança de taxa mínima quando os serviços são disponibilizados, porém não utilizados pelo consumidor. No entanto, o consumidor pode questionar a cobrança de serviços não disponíveis, seja por ter pedido o cancelamento, seja por corte em virtude do inadimplemento.

Opção da data do vencimento

    A Lei 9791 de 24.03.99, em seus artigos 1º e 2º, determina o seguinte: Art, 1º -Dispõe sobre a obrigatoriedade das concessionárias de serviços públicos oferecerem ao consumidor e ao usuário datas opcionais para o vencimento de seus débitos. Art. 2º - Modifica o capítulo III da Lei 8987, de 13.02.95 (Lei de Concessões) que passa a vigorar acrescido do seguinte artigo: "Art. 7º-As concessionárias de serviços públicos, de direito público e privado, nos Estados e no Distrito Federal, são obrigadas a oferecer ao consumidor e ao usuário, dentro do mês de vencimento, o mínimo de seis datas opcionais para escolherem os dias de vencimento de seus débitos."

Corte de Água

    A empresa distribuidora de água poderá proceder ao corte do fornecimento tão logo se verifique o não pagamento do débito. No entanto, o consumidor tem o direito de ser informado de forma clara e precisa que está sujeito a essa ocorrência. É bom lembrar que as contas de água estão vinculadas ao imóvel. Dessa forma, no caso de imóvel locado, se o inquilino não pagar as contas o proprietário será cobrado pelo débito verificado.

Esgoto

    Quando há ligação de esgoto, o serviço também é cobrado proporcionalmente ao consumo da água, podendo chegar até o mesmo valor desse consumo. Muitas vezes, o consumidor paga durante anos a taxa pelo serviço de esgoto sem perceber que ele não está sendo prestado. Se o engano for constatado, o consumidor deve solicitar reembolso.

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Quinze dicas para comprar seu imóvel

1) Antes de ir ao mercado, avalie suas necessidades e preferências quanto ao tipo de empreendimento: casa ou apartamento? Defina principalmente quanto pretende e pode gastar com a compra deste imóvel. 

2) Escolha a região onde pretende morar. Pense sempre em no mínimo três opções e classifique-as em ordem de preferência. Leve em consideração a estrutura de serviços do local: colégios, transportes, hospitais, supermercados, etc. 

3) Como você pretende pagar o imóvel? Tenha essa resposta antes de buscar a casa ou apartamento ideal. Faça as contas de suas disponibilidades financeiras, assim como recursos como o FGTS. 

4) Imóvel em lançamento, pronto ou usado? Lembre-se que lançamentos costumam dar uma folga maior no pagamento: geralmente são 30 meses para pagar 20% do valor do imóvel, podendo financiar o saldo restante. No caso de imóveis prontos ou usados, o valor pedido como entrada costuma ser maior - entre 40 a 50% do preço do total. 

5) É hora de buscar um profissional para te auxiliar nesta empreitada. Dê preferência a um corretor que conheça a região onde você deseja morar e seja credenciado. 

6) Vá aos empreendimentos de dia e principalmente à noite, para conhecer o entorno e as opções de serviços na área. 

7) Se você acredita ter encontrado o imóvel dos seus sonhos, peça todas as informações que julgar necessárias. É neste momento que você deve solicitar os dados sobre a empresa que executa a obra, no caso de um imóvel comprado na planta. 

8) Pergunte sobre o prazo de entrega e avalie se este prazo o atende, mas leve em consideração o que as empresas chamam de “carência pelo atraso”, que estipula e prevê a entrega em até 180 dias após a data inicialmente prevista. 

9) Conhecido o empreendimento, é hora da parte burocrática. Peça toda a documentação: cópia do registro do memorial de incorporação e a minuta do contrato de promessa de compra e venda. Submeta esses documentos à análise de um advogado de sua confiança. 

10) Antes de assinar a promessa de compra de venda, certifique-se de que tudo o que o corretor está vendendo esteja incluído por escrito no memorial descritivo, tanto da unidade tipo quanto da área comum. É nele que devem constar os acabamentos que serão utilizados no empreendimento, seja no imóvel ou nas áreas comuns. 

11) Procure uma região que esteja em ascensão. Localidades da Zona Oeste, como Curicica, Jacarepaguá e Recreio, estão crescendo muito, e devem se valorizar ainda mais com a proximidade dos Jogos Olímpicos e com a construção de vias como a Transcarioca e a Transoeste. 

12) Escolha um local que seja bom para morar, mas também em que a liquidez seja muito grande e você venda facilmente. 

13) Verifique o histórico e o portfolio da construtora. Peça ao corretor referências sobre o trabalho daquela construtora. Cheque se os empreendimentos foram entregues na data e se ela deixou de entregar algum. Visite obras já realizadas e lançadas pela empresa contratada. 

14) Certifique-se de que você poderá arcar os custos fixos que o imóvel vai trazer. No caso de apartamentos, a taxa do condomínio já deverá ser paga a partir do momento em que o cliente quita o apartamento ou quando é confirmada a liberação do financiamento pela instituição financeira escolhida. 

15) Dê preferência a empreendimentos com vários blocos de edifícios. Quando o número de condôminos é maior, os gastos são diluídos entre mais pessoas e a taxa tende a ser mais acessível.

Índice atualizado da MRV Engenharia

Eu ainda acredito que esses números irão mudar e a MRV ainda vai se tornar uma empresa com poucas reclamações, mas a cada vez que olho o índice, fico triste pelas pessoas insatisfeitas e com problemas!

12.141 reclamações no total!


As reclamações só aumentam!